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Swinging London

 Swinging London pode ser interpretada como o último grito dos ingleses como país culturalmente dominante frente à ascensão norte-americana que corria desenfreada desde o término da segunda guerra mundial. É um termo que foi usado no final dos anos 60 para representar toda a explosão e florescimento cultural e o modernismo dos costumes da cidade de Londres. Esta foi a época em que a Inglaterra, com seu centro nervoso londrino, lançou ao mundo os mais importantes nomes da música, cinema, artes plásticas e teatrais, moda e comportamento.

Em 1965 a lendária editora da Vogue, Diana Vreeland anunciou que Londres era o lugar mais descolado do mundo. E 1966 a revista Time citou o termo Swinging London, “swinging” como uma conotação descolada, vibrante e moderna, e concretizou a capital inglesa como a Meca do cool nos anos 60.

O final da década Londres representava tudo que os jovens do mundo estavam vivenciando, toda essa revolução e luta pela liberdade foi representada pela cidade e personificada pelos grandes nomes da arte na época.

Na música, os Beatles foram o seu fenômeno maior, seguidos pelos Rolling Stones, The Who, The Kinks, o surgimento dos Pink Floyd, e cantoras como Lulu, que de lá ganharam os EUA e o mundo, no que ficou conhecido como a Invasão Britânica.

No cinema, Sean Connery e a Bondmania (007), atores como Michael Caine, Julie Christie, Alan Bates e Terence Stamp e cineastas como Tony Richardson, Richard Lester e Lindsay Anderson, colocavam o cinema inglês na vanguarda de um novo tipo de arte e representação.

Na moda, Mary Quant surpreendia a moral mundial lançando a minissaia, enquanto as principais lojas de Carnaby Street e King’s Road, o novo centro “fashion” da cidade, definiam o que a juventude deveria usar e eram veneradas nas editorias de moda dos principais veículos de comunicação, dos dois lados do Atlântico.

Para quem está ou vai para Londres para conhecer a cidade ou fazer um curso na Inglaterra, pode visitar e vivênciar de perto os locais no centro de Londres que fizeram história por ser o principal exponencial da cultura e da liberdade de viver do mundo, representando a maneira de agir e pensar de uma geração.

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